Arquivo da categoria: mountain biking

26!

vinte e seis polegadas. aro 26. roda de MTB. o tamanho de roda que revolucionou o uso das bicicletas ao redor do mundo.

Breeze #!, a primeira MTB de todos os tempos!

eram os anos 70 do século XX.

imagine só. um bando de ciclistas doidos – coisa pra lá de comum, né? – resolve fazer aquilo que muita gente gosta de fazer em bicicleta: se divertir longe de casa. e claro, o que resolveram fazer? foram pro mato, pros morros. foram se divertir fazendo um troço que todo mundo que gosta de bicicleta adora fazer: pegar uma descidona!

e aí, quem já pegou buraco, toco, pedra e o escambau já aprendeu como é importante que as rodas sejam resistentes. e o que havia de resistente naquela época, disponível a esse bando de doidos? Continuar lendo

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bicicultura 2016

quem foi tem uma vaga ideia do que foi o bicicultura 2016 em são paulo de tanta coisa que aconteceu. quem não foi só pode imaginar. 

a foto oficial onde estão quem chegou ao final. mas deveria ter mais umas 8 mil pessoas nessa foto, feit apelo josé renato bergo.

a foto oficial onde estão quem chegou ao final. mas deveria ter mais umas 8 mil pessoas nessa foto, feit apelo josé renato bergo.

e eu subi a augusta puxando um bonde pra bicicletada. quando chegamos ali na paulista, perto da praça do ciclsita, o casal de blumenau fez a cara de espanto. guilherme não falou nada, mas  a mariana arregalou os olhos e eu esperei ela soltar: “puta que pariu! quanto ciclista!“, mas não foi isso que ela falou. apenas comentou, entusiasmada, que nunca tinha visto tanto ciclistas juntos.

era a bicicletada internacional, do dia 27 de maio, inchada pela presença dos participantes do bicicultura de 2016. tava grandona…. como gosto, fechando a avenida paulista inteira! Continuar lendo

bicicultura 2016 SP: por que ir

paixão é vertigem, amor é construção. bicicultura é o encontro nacional da cultura da bicicleta, paixão de alguns, amor de outros. e sempre, sempre, vida plena de todos.

que elo te move, o que te liga à bicicleta, qual tua ligação com o mundo? venha descobrir!

que elo te move, o que te liga à bicicleta, qual tua ligação com o mundo? venha descobrir!

quem nunca? a primeira bicicleta? a segunda? sabemos que o número ideal de bicicletas a se ter é representado por duas fórmulas: para solteiros, N +1. para casados, S – 1. onde N representa o número atual, e S representa  número que resulta em separação.

quem nunca? aquela descida íngreme, soltar os freios? e a subida maldita, ardendo a pernas, com o ônibus atrás buzinando?

quem nunca? a primeira centena de quilômetros pedalados num dia?  olhar no espelho antes de dormir, sabe-se lá onde, e pensar: “caraca 100 km!“. Continuar lendo

trocadores de gatilho: a onipresença no país dos ciclistas de final de semana.

os trocadores rapid fire (shimano) e attack trigger (sram) têm presença hegemônica no MTB mundial e, no brasil, são praticamente a única alternativa nas bicicletas que não usam guidão drop, e não apenas nas MTBs, o que é um péssimo sinal. sinal que a indústria está cega.

soma buena vista: aros 65b (27,5, 26 1 e 1/2). tumbshifters. 5 tamanhos  disponíveis. clique na foto

soma buena vista: aros 65b (27,5, 26 1 e 1/2). tumb-shifters. 5 tamanhos disponíveis. infelizmente não disponível no brasil. clique na foto para mais informações.

anteontem, em 1º de abril de 2016, num post sério (e não num post brincalhão como o meu, na mesma data) a amiga renata falzoni bate na burrice da indústria brasileira. leia aqui nesse link, o texto é muito bom e vai ao ponto.

e eu venho reforçar o  que ela escreve: a indústria só vende MTBs e pra gente de 1,75 pra cima.

ora, entre as mountain-bikes, nas  competições mundiais, os trocadores de gatilho são hegemônicos. ainda se vê alguém aqui ou ali usando os excelentes gripshifters da sram, e praticamente não se vê mais a apesta da própria shimano e alguns anos atrás: a adaptação da tecnologia STI aos trocadores para guidões retos, chamada de dual control, que quando o trocador direito está conjugado com um câmbio de mola de ação invertida, geram uma forma deliciosa de se trocar marchas.

o fato é que a tecnologia desenvolvida para as MTBs há décadas têm sempre migrado pras ruas, por inúmeros fatores, mas com adaptações. lá fora a gama de ofertas contempla a todos, mas no brasil a indústria é cega, e só vê mercado nos competidores e nos ciclistas de final de semana, que pegam uma estradinha de barro aqui ou ali, e durante a semana participam de algum passeio noturno.

mas peraí, esse é mercado real? o mercado em ascensão? não. Continuar lendo

cultura da bicicleta: o tripé

no brasil engatinha uma cultura da bicicleta. assim, todas as 3 pernas do tripé da cultura da bicicleta, o transporte, o esporte e o lazer disputam recursos, e às vezes descobre-se um santo para cobrir outro.

detalhe dos olhais para colocar bagageiro e/ou para-lamas numa trek domane 2013 co quadro em fibra de carbono. se você não sabe por que essa cara bicicleta de competição vem com esses detalhes, precisa pedalar mais.

detalhe dos olhais para colocar bagageiro e/ou para-lamas numa trek domane 2013 co quadro em fibra de carbono. se você não sabe por que essa cara bicicleta de competição vem com esses detalhes, precisa pedalar mais.

a cultura da bicicleta está ancorada num tripé: transporte, esporte e lazer. 1) é  o pedalar para ir ao trabalho ou às compras, ou à festa, 2) é o pedalar para competir e o treinar para essa competição, 3) e o pedalar por diversão, seja num passeio dominical ou numa noite de semana num grupo, seja num brevet de 600 km ou uma volta ao mundo em bicicleta. Continuar lendo

bicicleta: esporte e transporte

os três maiores eventos esportivos do mundo, em ordem, são: copa do mundo de futebol. olimpíadas. tour de france. dos 3, 2 são quadrienais. o tour de france ocorre todo ano.

a bicicleta que eddy merckx usou para bater o record da hora em 1972. dá pra montar uma mais ou menos igual, aqui em são paulo mesmo.

a bicicleta que eddy merckx usou para bater o record da hora em 1972. dá pra montar uma mais ou menos igual, aqui em são paulo mesmo. – a original está exposta no metrô de bruxelas

se somarmos 4 edições do tour de france, ele passa de longe a copa do mundo em movimentação de dinheiro.

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a primeira campeã

paola pezzo na mídia

ela pedalava pra dedéu. desde o momento em que ganhou o campeonato mundial em 1993 até o final da temporada de 1997, ela ganhou toda prova na qual largou. exerceu hegemonia avassaladora. e ainda por cima, linda. foia única pessoa a ganhar o campeonato mundial, a olimpíada e a grunding word cup, que envolve a euorpa e a américa do norte. ninguém mais fez isso, em ambos os sexos. Continuar lendo