o que é uma bicicleta feminina

Let me tell you what I think of bicycling. I think it has done more to emancipate women than anything else in the world. It gives women a feeling of freedom and self-reliance. I stand and rejoice every time I see a woman ride by on a wheel…the picture of free, untrammeled womanhood.”

Susan B. Anthony – sufragista

existe um estereótipo que limita o uso de bicicletas por parte de mulheres. há décadas martela-se que a bicicleta feminina por excelência é uma bike com o quadro rebaixado pra permitir que se pedale com saias e tem uma cesta na frente, preferencialmente cheia de flores.

the ladies´ standard magazine - 1897 - nada de cestinhas

e então a menina de 1,55 de altura pega uma monark brisa com essa configuração e passa a pedalar sofrendo: inobstante o quadro rebaixado e a cestinha, ela é comprida demais para seu corpo, não tem marchas e ainda por cima está como selim muito abaixo do que deveria, o que lhe torna o pedalar muito cansativo. 3 meses depois a bicicleta está parada e a menina passa a sonhar com um SUV.

não podemos ter em mente que só bicicletas com esse formato são bicicletas femininas. esse formato é apenas o padrão de bicicleta urbana firmado no começo do século XX para uso por mulheres cuja estatura média é mais alta que a brasileira (estou falando de européias) e para uso em cidades planas como amsterdam, copenhaguen, nova york, que também são mais frias. e claro, em locais planos, onde o peso da bicicleta é quase irrelevante. mas em são paulo não. ainda mais que temos que carregar as bicicletas escadas acima quando pegamos o metrô, por exemplo. carrega-se muito as bicicletas aqui em são paulo: os prédios não oferecem locais seguros para se deixar a bike no térreo, o metrô não facilita o uso, as escadas de passarelas não possuem aquele simples trilho lateral que permite empurrar a bicicleta escada acima….

mulheres e suas bicicletas. c. 1900. olhem os guidões .

todos esses fatores acabam por desestimular a mulher a pedalar.

mas como deve ser uma bicicleta de mulher, qualquer que seja seu modelo? muito simples: normalmente basta que seja uma bicicleta de seu tamanho, e ligeiramente mais curta do que a média geral. pois as mulheres, salvo as orientais, costumam ter as pernas mais longas em relação ao tronco, quando comparados seus corpos com a média masculina. então pode-se perguntar: basta uma bicicleta menor, que é mais curta? não: a bicicleta menor terá a frente mais baixa. será desconfortável também.

falo isso com propriedade: eu tenho o troco curto em relação ao tamanho das minhas pernas. então sei descrever o que ocorre quando se usa a bicicleta inadequada.

se a bicicleta é muito longa,  ela fica pouco manobrável. tem respostas muito lentas. se a bicicleta é pequena, ela fica muito nervosa, instável.

em ambas situações tendemos a querer deixar o selim mais baixo do que deveria, pra colocar rápido os pés no chão em caso de choque, tombo e etc. e claro, como selim mais baixo do que deveria, o rendimento cai de sobremaneira, inversamente à força que se faz pra pedalar. eis a receita completa para que ensinemos as pessoas a não pedalar, a achar que a bicicleta é inviável como meio de transporte: lenta, cansativa, perigosa.

e há ainda um segundo fator complicador: o tamanho de rodas inadequado. antes faziam-se bicicletas com ângulos bem relaxados, baixos (tubo de selim com 69 graus, caixa de direção com +/- isso tb, ou até menos), o que fazia a roda dianteira ficar lááááá na frente, e se utilizavam diâmetros de rodas muito grandes, como forma de se ter conforto: as ruas ou não eram pavimentadas ou eram pavimentadas com paralelepípedos.

bicicleta militar suíça, projetada na década de 20 do século XX. olhem o tubo vertical do quadro como é inclinado para trás, e mesmo o eixo do garfo, projetando a roda dianteira bem pra frente.

nessa época – estamos falando do começo do século XX – as mulheres usavam saias com diversas anáguas, chapéus e etc. é nessa época que se firma o estereótipo da bicicleta feminina urbana. mas depois veio coco chanel, o feminismo, as calças femininas, a emancipação, e o mundo ficou melhor.

no pós-guerra o mundo urbaniza-se e também os pavimentos migram progressivamente para o asfalto, mais liso. ora, não havia mais pq usar bicicletas com rodas tão grandes, que limitavam a geometria das bicicletas.  e as bicicletas de competição vão aos poucos mostrando outras possibilidades de geometrias.

assim, a bicicleta urbana feminina permanece calcada num modelo centenário e limitado, enquanto as outras possibilidades de uso avançam. quando a indústria migra para o oriente, quando crescem os grandes fabricantes orientais, calcados primeiro no fordismo e depois no toyotismo,a bicicleta feminina tem seu desenvolvimento congelado de vez: as mulheres orientais valiam-se dos modelos masculinos muito bem, pois não tinham o tronco proporcionalmente mais curto.

nishiki olimpic 12 mixte - clique na foto

e mais, a indústria oriental descobriu que satisfaria o mercado feminino apenas rebaixando os quadros, sem mudar o comprimento dos mesmos. é verdade para o mercado oriental, mas não para o resto do mundo. assim, por lá, um único modelo de quadro, um pouco mais rebaixado, mas não muito, como a nishiki mixte acima, poderia agradar a todos ao mesmo tempo.

mas nos países ocidentais, como o brasil, simplesmente a oferta de bicicletas adequadas as mulheres simplesmente deixou de existir, fixando a imagem de que bicicletas femininas são apenas as urbanas retrô (a caloi ceci é o melhor exemplo, e a monark brisa idem), e nada mais. e ainda pior: bicicletas urbanas retrô em tamanhos grandes! (ainda não descobri pq durante décadas a indústria brasileira fabricou bicicletas como se a média de altura da população fosse um  pouco mais de 1,80 de altura…) uma das poucas mulheres que vi pedalar confortavelmente (e elegantemente, ressalte-se) uma monark brisa foi minha amiga aninha, que é uma mulher alta. algumas dessas bicicletas têm problemas de geometria evidentes: overlap, ou seja, bate-se a roda dianteira na ponta do pé, quando se pedala numa curva mais fechada.

specialized stumpjumper FSR expert women´s - não se enganem com a cor, é uma autêntica bike feminina.

mas claro, depois de ler tudo isso, eventualmente a menina vai achar que não há bicicletas pedaláveis no brasil. mentira, há soluções. e são muitas:

1. se a menina é oriental ou é ocidental com o tronco mais comprido e pernas mais curtas), pode esquecer todo esse blá-blá-blá. é só comprar uma bicicleta adequada ao seu tamanho. o que inclui o tamanho das rodas. pra quem tem menos de 1,67 de altura, aro 700c nem em speed, que usa pneus fininhos. vai meter o pé na roda.

2. se é alguém que tem o corpo típico da mulher ocidental, com o tronco mais curto e pernas mais longas (pensem na ana hickman! 1km de pernas!), aí a coisa complica mais um pouquinho, se ela não achar um modelo de geometria feminina disponível dentro das suas possibilidades. mas tudo tem solução, são diversas as possibilidades de ajuste:

a. usar uma bicicleta do seu tamanho, com uma mesa mais curta e mais alta.

b. usar um guidão mais alto.

c. as duas soluções combinadas.

aliás, eu acabei de fazer isso numa trek minha. como falei, enfrento o mesmo problema de geometria que grande parte das mulheres. eu não sou alto e tenho o tronco curto. uma mtb tamanho 17 (minha parkpre, que já foi objeto de um post nesse blog) eu uso com um guidão um pouquinho mais alto, que aliás tinha sido instalado pela dona anterior. acabei de colocar um guidão mais ou menos igual numa trek 830 tamanho 18, que é minha bicicleta de uso urbano. está confortabilíssima. nem é um guidão muito alto, levemente mais alto que um guidão reto.

aliás, certa vez, andando com uma outra trek, que estava montada com um selim de molas e um guidão bem alto, deixei a marina chevrand dar uma voltinha…. e depois foi um parto pra fazê-la descer da bike… hehehehehe

mas o que as meninas mais precisam ao escolher e ajustar uma bicicleta é livrar-se de estereótipos. no mundo ciclístico, o rosa tem outro significado: é a cor usada pelo líder do giro d´italia. e flores são uma referência ao ironman hawwai, a competição mãe do triathlon. o fato de uma bicicleta ter detalhes na pintura como flores ou o cor-de-rosa nem sempre significa serem femininas – pode ser um recurso de um fabricante inescrupuloso tentando vender um produto inadequado à ciclista desavisada. mas um bom conhecedor de bicicletas enxerga de longe uma bicicleta feminina: o guidão mais próximo do selim e ligeiramente mais alto e o selim feminino (não necessariamente mais largo, mas mais curto).  o resto são meros detalhes, e cada um é livre pra fazer o que quiser, vale tudo nesse setor: até pintar a bicicleta de vermelho e falar pra todo mundo que é cor-de-rosa…. né aline?

p.s. sobre a cestinha: só aqui no brasil que esse acessório é considerado coisa de bike feminina. em qq outro país com mais cultura ciclística, é apenas uma forma de carrregar coisas nas bikes, sejam elas femininas ou masculinas. e só não estou usando pq a minha quebrou. ainda não consegui consertar.

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27 Respostas para “o que é uma bicicleta feminina

  1. Isso me lembra que eu preciso instalar a cestinha de volta na Olívia, hehe.

  2. Ahh, falando em cestinhas, saudades da Gabicleta, que vou rever só em marco, pois ainda estou no Chile.

  3. Oi Odir,
    Acho o seu blog muito interessante. Por isto, sinto ter que correguir.

    Contrario a opinião geral, na media, as mulheres tem pernas proporcionalmente mais curtas, que os homens. Isto, conforme testes feitos.
    Visualmente, devido as proporções, de bacia mais larga, parecem ter pernas mais longas, o que na realidade não é o caso.

    Abraços,

    • richard, aqui no brasil, não sei se por influência do dna indígena, essas medidas não conferem. o cleber anderson tem feito bike-fits de mulheres e tem percebido isso, é dele esse dado, empírico, embora a esposa dele fuja desse padrão que citei. embora esteja muito, mas muito difícil estabelecer um padrão ergonômico no brasil dada a variedade de contribuições de DNAs diversos na população brasileira. aqui temos gente fenotipicamente branca sofrendo de anemia falciforme, que em tese só dá em negros. mas nem todo afro-descendente é negro na aparência. boa parte das meninas que andei ajustando bikes bastou encurtar a mesa uns 2 cms e subir o selim uns 10 cms! a jeanne, que todo mundo imagina que vá usar uma bike no mínimo 57 ou 58 tá muito bem ajustada com uma bike 55, mais curtinha. o fato é que cada vez mais me convenço que pra nós o bike-fit é praticamente obrigatório.

      • um segundo dado. africanos em geral costumam ter os membros inferiores mais longos que da média humana em geral. embora muito brasileiro “branco” não queira admitir em razão de um racismo latente, muuuuuita gente por aqui carrega dna africano.

  4. Gostei da análise, mas ainda acho que o quadro rebaixado tem seu valor, principalmente por facilitar subir e descer da bicicleta. Quanto a subir o guidão, faz todo o sentido. Aliás, minha mulher fez um bike fit algum tempo atrás e a principal mudança foi trocar a mesa por uma bem mais alta. Ajudou muito, ela antes ficava até com tendinite depois de pedalar bastante, provavelmente por ter que suportar uma parcela maior do peso do corpo sobre os braços.

    • willian, há quadros rebaixados e quadros rebaixados. os quadros slooping são leves. o tradicional em U, pra ter uma rigidez mínima é muito reforçado – é o mesmo motivo pelo qual os quadros da dahon tb pesam bastante. isso não faz a menor diferença numa cidade plana: copenhaguem, p. ex. mas em sp, com nossas ladeirinhas, faz diferença sim. e tb pelo fato de aqui se carregar muito a bike. é normal que iniciantes recorram bastante ao metrô, e o metrô de sp não facilita: carrega-se a bike escada acima. o segundo detalhe é a opção pelo aro 700c. embora mais confortável, com pneus grossos (42mms) essas rodas pesam muuuuuuito. nas subidas elas rendem pouco. temos outras formas de deixar a bicicleta confortável abrindo mão do aro 700c e da suspensão (que acrescentam um peso considerável): quadros de cromo, selins com molas, e etc.

  5. Oi,
    Que tenha que subir o selim 10 cm, e encurtar a mesa 2 cm, não necessariamente quer dizer, que as pernas estão longas. Provavelmente, por deconhecimento absoluto, o selim foi colocado na altura errada ou o quadro ser do tamanho errado. Também, as mulheres muitas vezes preferem uma posição menos esportiva para andar de bicicleta. Isto, significa automáticamente, um top tube mais curto, ou uma mesa mais curta. Para definir a altura do quadro, primeiro tem que medir o cavalo. Para isto acha tabelas na internet.

    Relativo ao exemplo da Jeanne, sei que ela mede 1.77 ou 1,78, como eu. Agora, o meu cavalo é 87 cm, o que por definição da um quadro, de 57 ou 58 cm. Portanto, se para ele serve um quadro 55, conforme você escreveu, o cavalo dela com certeza é menor que 87, portanto as pernas dela mais curtas, e o tronco mais comprido, que o meu.

    Poderiamos continuar indefinidamente, mas depois mando umas tabelas para você.
    Abraços,

    • richard, fico no aguardo das tabelas, claro!
      mas veja como é falho o método de calcular o tamanho do quadro pelo cavalo: se ela tem o cavalo menor que o seu e esse fose o critério da escolha do quadro, um tabelinha indicaria um quadro menor, portanto tb mais curto. mas se mais curto e ela com o tronco mais longo, temos uma disparidade, pois com o tronco mais longo poderia usar um quadro mais longo também.

      e há ainda um segundo fator que nós nem levamos em conta, que daí sim transforma a discussão numa conversa absolutamente sem fim: a proporção do tamanho do fêmur em relação à perna, o que vai determinar a posição do selim (e com isso o ângulo efetivo do seat tube). com o selim ajustado corretamente, pode-se precisar de um quadro mais curto ou mais longo, pois há quem precise de quadros de estrada com ângulo de 70 graus, o que impossibilita usar um guidão muito baixo se for num quadro mais longo: o joelho quase baterá no peito ao pedalar, pressionando o diafragma.

      quem gosta muito de levar em conta esse fator é o miyamura. vc vai gostar de ver essa bike:

      http://igormiyamura.blogspot.com/2009/05/nova-bike-s3-essa-e-do-roberto.html

      ela tem ângulo de 70,5 no seat tube. e por isso o quadro é curtinho.

  6. Olha que discussão boa, hehe. Não me sinto habilitada a palpitar. Sei que minha bike é quadro 55, a Bianchi. Teria talvez que ter um 56, só que não tem 56 do modelo da minha bike, daí subi o selim muito muito, e coloquei uma mesa mais curta e mais alta. O Phillip tem quase o meu tamanho (1,77m eu, 1,76m ele), mas usa um quadro 54cm feito sob medida, da Independent. O tronco dele é mais curto que o meu, que sou pernuda. A bike dele fica muito longa pra mim.
    O Cléber me disse que mulheres ocidentais costumam ter pernas mais longas, enquanto as orientais (e os orientais) têm pernas mais curtas. Não sei se confere. Talvez a questão da ascendência africana possa interferir. Sei lá. O Cléber me disse na real que tenho braços E pernas compridos, então não sei é de mais nada.

  7. Ah, e esqueci de falar: acho que vou ter que subir o guidão também. Já não dá pra colocar espaçadores, fuuuu, vou ter que colocar um extensor e pá, pra levantar a coisa toda.

  8. Ótimo post! Muito bacana o histórico da bicicleta para mulheres. Acabo de voltar ao universo das bikes (abandonadas na infância, apesar de adorá-las) e comecei a pedalar no trânsito de São Paulo há apenas 2 meses.

    Sem dinheiro e sem experiência no assunto, acabei comprando uma Caloi Terra, pelo menos para começar. Eu tenho 1,55 m, e a acho pesadíssima… (sofro para pendurá-la no alto, nos ganchos de estacionamento), selim no nível mais baixo possível, e guidão também… não sei sequer avaliar se está confortável, ou não!

    Já coloquei uma cestinha! É extremamente útil!

    Abraços,
    Fernanda

  9. E ahhhh ainda mais: experimentei uma Specialized Dolce e curti muito; o tamanho era 57, e ficou perfeitamente perfeita pra mim, sem precisar nenhum ajuste. Mas resolvi acreditar na força do cromoly e ficar com a Bianchi. Daí vocês concluam o que isso significa, que eu não sei.

  10. Pingback: O que é uma bicicleta feminina? «

  11. Post bacana! Deixando de lado a parte “performance” da coisa (hehe..), o quadro rebaixado ajuda e muito pra subir e descer da bike de saia mas como eu não consegui ainda comprar a minha bike com quadro rebaixado, acabei aprendendo uns truques pra pedalar de saia com quadro “normal” mesmo.

    Cestinha é vida! Recomendo a tod@s!

    bjs

  12. Oi Jeanne,
    Subir o guidão sem colocar espaçadores adicionais ou ate reducindo é fácil.
    Existem mesas mais curtas com maior inclinação.
    Outra opção, é simplesmente girar o guidão para cima. Não deveria ser um problema correguir a posição para você se sentir comfortavel.
    Abraços e bom pedal,

  13. Oi Odir,
    Gostei da bicicleta Suiça. Fui ciclista no exercito Suiço e usei uma dessas durante anos. Como está na foto pesa 30 kg. Caso queira fotos tenho.
    Ainda hoje uso o selim da bicicleta militar na minha bicicleta no rolo em casa. Não existe selim mais comfortavel. Agora, devido as molas e a estrutura de aço pesa por volta de 1,5 kg!
    Abraços e bom pedal,

  14. Legal o post! Mas continuo precisando de ajuda… há meses bato perna atrás de uma bicicleta com quadro rebaixado (não precisa ser retrô, mas quero usar saia, sim!!!) e que ao mesmo tempo seja leve, rápida, estável. Tá muito difícil encontrar algo. Ou são pequenas demais pra mim, ou são pesadas demais. Você tem alguma sugestão de como eu, uma leiga, mas que usa a bike como meio de transporte, poderia unir selim rebaixado e agilidade?

  15. Eu estou querendo comprar uma bicicleta, nao uso bicicleta desde adolescente e hoje tenho mais de 40 , portanto nao sei por onde começar , preciso de ajuda.. moro em minas gerais . me falaram pra comprar a contessa ! mas aqui vcs nem falam nesta , portanto me ajudem , pois preciso comprar algo leve , pois tenho problema no joelho estou um pouco acima do peso e nao posso fazer caminhadas e meu medico disse que seria um otimo esporte a bicicleta ! quero andar na cidade temos otimos lugares aqui, como lagoas com lugares pra ciclitas pedalarem , por favor me deem sugestoes de bicicletas e marcas.

    • tania, montainbikes femininas como a scott contessa ou soul miracle são boas opções. é reciso apenas ver se são adequadas ao seu tamanho. uma outra opção são bicicletas urbanas, coo a soul copenhangue, que possui rodas de dâmetro maior e mais finas, ficando mais leve ao pedalar. o importante no início é ter uma bicicleta com uma qualidade mínima que permita pedalar sem sofrer, e do tamanho adequado da pessoa. a partir de 500 ou 600 reais já temos opções viáveis para recreação no mercado brasileiro.

  16. Ótimo artigo!! A simbologia das coisas dizem muito, geram padrões de comunicação. Mas em país machista, simbologia machista…pq diabos as cestinhas devem se restringir a mulheres…

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