a altura certa do selim

sejamos sinceros, não existe altura certa para o selim da bicicleta. existe a altura mínima. mínima para se ter um desempenho razoável e também para não ter lesões.

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mão na roda! seja independente!

o ciclista perfeito não é o que chega antes, é o que se vira! sabe pedalar e conhece sua bike. vamos aprender?

enfiando a mão na roda!

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negro gato

soldas e pintura perfeitas

soldas perfeitas, formatos inusitados. quadros sob medida, com detalhes particularizados.

seat stays curvos, freio a disco, aro 700c.

um quadro sob medida, feito por um fabricante talentoso e cuidadoso permite que tenhamos detalhes diferenciados. tubos com outras formas, outras rotas para os cabos, gancheiras diferentes. o aço, bem trabalhado, ainda é o melhor material para se fazer um quadro. temos milhares de anos de domínio sobre a tecnologia do ferro e suas ligas, nenhum outro material usado na fabricação de quadros permite tantas variações mantendo um alto grau de resistência, de resiliência. fibra de carbono é mais plástica, mas um quadro de fibra de carbono durará 100 anos?

terminal de conduíte, passagem do cabo do freio cantilever traseiro. em vez da tradicional ponte, esse terminal diferente.

existem vários tipos de tubos de aço cromo-molibdênio. nem todos usam a clássica liga 4130, outros tubos usam ligas diferentes, como cromo-molibdênio-vanádio (liga dos tubos 18mcdv da minha vitus), outros são inoxidáveis (reynolds 953). alguns tubos passam por tratamento especial para serem soldados por solda tig, outros são melhores para que se usem cachimbos nas junções.

a fabricação customizada – e claro, pagando-se o preço correspondente – permite que se faça o quadro com as características que mais se deseja: levíssimos, com paredes finíssimas e bem endurecidos par ao uso mais esportivo, ou um pouco mais pesados, não tão duros, mas com uma fantástica resistência à fadiga (como os tubos de aço 4130 usados habitualmente nas mountain-bikes e tourings, sejam da trek, giant, specialized, diamondback, nishiki, koga-miyata, surly, thorn, voodoo, e tantos outros fabricantes).

as fotos deste post são do blog do “black cat”, fabricante custom da califórnia. clique aqui e faça uma visita. como ele diz: quadros custom, preços custom. mas valem o que custam.

um tubo corvo, encurtando a traseira da bike.

como saber se alguém de fato pedala

é fato, o bike-hype tá aí. tá na moda a bicicleta. tá cheio de gente querendo aprender a andar de bicicleta, gente comprando bicicleta, e gente posando de ciclista sem o ser.

titio prestando atenção em vovô.

isso mesmo, tem muito poser por aí. gente que comprou uma bike – no mais das vezesbeeeeem cara – e toda uma fantasia de ciclista (cheio de roupinhas caras, novinhas em folha), investiu uma grana e só aparece em fotos do lado da bicicleta. comprou carro grande, botou um rack em cima e sua bike só roda mais que 50 kms quando tá no teto do jipão a caminho sabe-se lá de onde….

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contador: – 2!

saiu o resultado do julgamento do polêmico caso de doping de alberto contador. pra quem não sabe, foi encontrado clenbuterol em sua urina. alegou que foi por consumo de carne contaminada. o produto é usado por alguns produtores de carne para aumentar a engorda…

alberto contador

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um audax na chuva.

sábado próximo, 21 de janeiro, um dia depois do dia de são sebastião, temos um brevet 200 kms em holambra.

a essa hora, todo mundo sabe os equipos obrigatórios, e sobre o que mais levar também sabe-se tudo: se não souber, só usar o motor de busca deste blog pra achar vários posts que tratam disso.

mas e a chuva?

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cem mil

olás, esse post é só para agradecer as agora mais de 100.000 visitas a esse blog.

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lynskey

david lynskey era o homem que dominava as soldas em titânio e transformou esse material em algo sensacional: sua antiga empresa, litespeed, foi a primeira a colocar quadros em titânio produzidos em série, portanto mais acessíveis, embora não exatamente baratos.

perfeito, nos mínimos detalhes

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bicicleta: redescoberta do corpo, redescoberta do mundo

pedalar pela cidade é bom. quem já fez isso sabe. mas, porquê? vamos tentar entender.

jean baudrillard afirmou em “simulacros e simulações” que vivemos numa hiper-realidade. o hiper-real não é real nem irreal. hiper-real é o que não distinguimos se é real ou não. e mais, afirma ele, acabamos por simular e dissimular. simulamos o que não temos, dissimulamos o que temos.

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bicicleta elétrica? ciclomotor elétrico!

há algum tempo atrás numa ciclovia eu fui repentinamente ultrapassado por alguém muito rápido. assustou-me. ela uma dita “bicicleta elétrica”.

a pessoa estava fazendo tudo errado: andando na ciclovia, sem capacete adequado, o veículo não estava emplacado.

pois não há dúvidas: se tem motor, à combustão ou elétrico, tendo sido construído assim ou o motor tenha sido adicionado depois, trata-se de um ciclomotor. Continue lendo